Estarei aqui quando as paredes resolverem baixar
e as segurarei como um bravo guerreiro de âmbar
Baterei a poeira grudada em minhas roupas depois
Permanecerei ali entre os novos escombros, pois

O mundo pode desmoronar ao redor desse lugar
é nele que ficarei, pois é nele que desejo estar
vou estender um tapete para cobrir todo esse pó
e deitar nele meus motivos de não estar só

Quando o vento soprar impetuoso pelos hectares
e teres que sair do leito em que te acomodares
braços, mesmo sujos, estarão ao seu dispor
um abrigo terás para qualquer lugar que for

O vento varrera todo a poeira do chão e passara
A mata que nos rodeia nunca fora tão verde-clara
As nuvens correm no céu como se a cumprimentar
Tu és meu solo, meu céu, meu amor, meu pilar

08/08/07

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